Vida saudável

Correr na cidade por “runporto

Quase 20 anos depois dos primeiros passos, Jorge Teixeira e a comunidade da Runporto tornaram-se num dos principais difusores de corrida no norte do país, com mais de 20 eventos por ano. Inspirados em Rui Veloso e Carlos Tê, sugerem um roteiro baseado na canção “Porto Sentido”.

“Quem vem e atravessa o rio/ Junto à serra do Pilar”

Na terra dos pescadores, entre a Ponte D. Luís I e a Afurada, o corredor deve percorrer toda a costa fluvial de Vila Nova de Gaia até chegar ao Cais de Gaia. É a melhor vista para a cidade do Porto.

“Quem te vê ao vir da ponte”

Sempre próximo ao Rio Douro, depois do Cais de Gaia passamos pelas Caves do Vinho do Porto, pela Ponte da Arrábida e, por fim, podemos descansar na Reserva Natural Local do Estuário do Douro, na zona arenosa do Cabedelo.

“Por ruelas e calçadas/ Da Ribeira até à Foz”

O ponto de partida é a Ponte D. Luís I, projeto do engenheiro Théophile Seyrig, discípulo de Gustave Eiffel, reconhecido pelos arco de ferro forjado. Se percorrermos o tabuleiro superior chegamos à zona do Jardim do Morro, em Vila Nova de Gaia.

“E esse teu ar grave e sério”

Um percurso de corrida habitual é seguir a Avenida de Montevideu até à Praia de Matosinhos, com paragem na famosa Anémona, a obra de Janet Echelman em homenagem à comunidade piscatória.

“Ver-te assim abandonado”

Ao contrário da letra da canção, é raro encontrar o Parque da Cidade abandonado. Porém, desde a Anémona ao Castelo do Queijo, são 83 hectares de espaço verde, e conseguimos sempre encontrar um caminho mais solitário.

“E é sempre a primeira vez”

De regresso a Vila Nova de Gaia, a sugestão final é correr ao longo das riquezas naturais das praias que acompanham a costa atlântica a sul do rio Douro. São 18 km de puro Porto sentido.

Onde andar de skate por “Porto Longboard

Em 2013, a quantidade de praticantes de longboard skate cresceu de tal forma que João Pinto e Sandro Marques sentiram a necessidade de criar uma comunidade para dar apoio aos skaters, e ainda, conseguir melhores condições para a modalidade.

Casa da Música – Avenida da Boavista 604

Um ícone da cidade, o edifício do arquiteto Rem Koolhaas é o spot ideal para encontrar companhia em cima de uma tábua com quatro rodas. Quarta-feira, às 21h30, é o encontro semanal da “Longboarding Night Shred”.

Avenida Dona Maria II

Em Matosinhos, o bairro da Biquinha serve como centro de treinos para os praticantes de skate downhill, com consentimento da população local. A estrada descendente, de sentido único, é exemplar.

Edificio Transparente – Via do Castelo do Queijo 395

No geral, a marginal do Porto é favorável para a prática de longboard skate, com destaque para o amplo Edifício Transparente, desenhado pelo catalão Solà-Morales.

Praça Guilherme Pinto

Inaugurada este ano, a nova praça de Matosinhos é a grande novidade para os skaters da cidade, um spot com piso impecável, suficientemente liso para praticar Freestyle e Dancing.

Chaminé – Rua das Fábricas

Em Canidelo, em Vila Nova de Gaia, a iniciação de downhill tem um local perfeito: a chaminé. Na zona existem vários circuitos possíveis, pouco trânsito e uma inclinação sublime para começar a prática de downhill.

Jardins por “Projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto

As Florestas Urbanas Nativas traduzem-se num projecto do Município do Porto que integra o FUTURO, que por sua vez integra o projeto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto. Esta iniciativa do Centro Regional de Educação para o Desenvolvimento Sustentável procura expandir área verde nativa na cidade.

Jardim de São Lázaro – Passeio de São Lázaro 33

Inaugurado em 1834, o primeiro Jardim Municipal da cidade foi desenhado por João José Gomes. Destaque para a invulgar amargoseira, árvore nativa da Ásia e da Oceânia, e para o conjunto de doze magníficas magnólias-de-flores-grandes.

Jardim Botânico do Porto – Rua do Campo Alegre 1191

Aqui estão os recantos, as árvores e esplêndida fauna que serviu de inspiração para uma parte da poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen. É um espaço público desde 1951.

Jardim da Casa Allen – Rua de António Cardoso 175

É em torno do palácio dos anos 20, tipicamente burguês, que estão alguns dos maiores tesouros da cidade: o charmoso tulipeiro-da-Virgínia, a elegante faia-de-folhas-vermelhas e o grupo de anciãs tílias-pendulas.

Parque de S. Roque – Rua São Roque da Lameira 2040

Um parque com elementos característicos do Romântico, desde as peças esculturais, aos lagos, grutas e um labirinto de buxo. Dentro do parque funciona um Centro de Educação Ambiental.